GAECO faz operação na cadeia de Sorriso para combater o crime organizado; 5 agentes afastados

Os policiais do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) estão fazendo, a operação Cárcere, no Centro de Ressocialização de Sorriso para coibir a entrada de armas e drogas. Eles proibiram a entrada e saída de pessoas local que foi completamente isolado. Estão sendo cumpridos nove mandados de buscas, apreensões e quatro de prisões. Além da cadeia, os policiais também cumprem as ordens judiciais em outros pontos da cidade.

Cinco policiais penais que trabalham no Centro de Ressocialização foram afastados por tempo indeterminado e um deles foi preso por mandado judicial e outro por estar com posse de arma.

O delegado de Polícia Civil, André Ribeiro, explicou que celulares foram apreendidos com detentos e agentes investigados e serão analisados. “Vamos trabalhar em cima deles. Há suspeitas (que havia negociações entre presos e agentes) por isso foram afastados, seus celulares aprendidos. Se tivéssemos fatos concretos obviamente seriam todos presos. É uma investigação que está se desdobrando. Esta é a primeira fase. Os mandados foram cumpridos em casas de servidores e dentro da cadeia,  presos que tiveram outros mandados de prisão cumpridos. Lembrando que o sistema prisional, o diretor, os demais agentes não tem nada a ver com isso. Não houve buscas na parte administrativa”, explicou.

Ontem, a operação Fim da Linha, da  Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil colocou na cadeia mais 4 envolvidos com roubo e receptação de defensivos agrícolas. Dois foram presos no Alto da Glória e bairro Delta, em Sinop, e dois em Sorriso, nos bairros Beijamin Raiser e Vitória Régia, que estavam com revólver calibre 38 e uma pistola calibre 380.

A justiça também expediu e foram cumpridas sete buscas e apreensões domiciliares resultando nas apreensões de nove armas.

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