Professores e alunos cobram segurança na UFMT após invasão e furtos

Após o arrombamento na madrugada da última quinta-feira (17) do Bloco Didático da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA), na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que ocasionou o furto de equipamentos da agência TOCA, o Programa de Pós Graduação em Comunicação (PPGCOM) emitiu uma nota cobrando maior segurança nos locais próximo à Avenida Fernando Corrêa e demonstrou solidariedade aos estudantes.

O texto denuncia todo o material furtado pelos invasores. “Foram levados um computador de mesa (notebook, CPU, nobreak, teclado e mouse), três notebooks e uma impressora”, diz trecho. O computador era cedido pela faculdade, mas os notebooks foram angariados por meio de doações e a impressora era emprestada por uma estudante que participa do projeto.

Além do PPGCOM, os estudantes se uniram para cobrar maior segurança no campus, uma vez que não é a primeira demonstração de fragilidade. “Invasões, casos de assédios e furtos de equipamentos não são novidade nesta universidade”, diz nota emitida pela agência TOCA.

O documento redigido pela agência recebeu apoio e foi replicado por perfis de outros projetos de extensão, que usufruíam dos bens da sala, sendo alguns deles o Comunicast, Pauta Gênero e o Observatório de Publicidade e Sociedade, além da Atlética Infernal, responsável pela representação dos estudantes da FCA, mas sem vínculo formal com os projetos.

O crime aconteceu apenas 7 dias após o projeto conquistar um prêmio nacional, no dia 10 de dezembro, mesma data em que a UFMT comemorou 50 anos. Mesmo informada sobre o caso, a universidade não se pronunciou.

Gazeta Digital

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