UFMT estuda relação entre baru e problemas cardiovasculares

Um projeto sobre o Baru, um tipo de amêndoa com gosto de amendoim, está sendo desenvolvido por pesquisadores da UFMT.

A pesquisa, coordenada pelas professoras Sílvia Regina de Lima Reis e Carmen Lucia Bassi Branco, tem como público alvo pessoas com algum problema cardiovascular.

O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do HUJM, e consiste na intervenção nutricional com o alimento que é típico do cerrado.

Podem participar da pesquisa indivíduos de ambos os sexos com idade entre 20 e 59 anos, que apresentarem pelo menos um dos seguintes fatores de risco cardiovascular: excesso de peso, hipertensão arterial, colesterol, LDL e triglicerídeos elevados ou diabetes, que não apresentem alergia a nozes.

Faz parte da metodologia do trabalho, a coleta de dados como: peso, altura para cálculo do índice de massa corporal (IMC); circunferência de cintura e circunferência abdominal; circunferência de quadril; circunferência do pescoço; circunferência de braço; amostra de sangue; bioimpedância para avaliar a composição corporal; células da mucosa oral para avaliar dano no DNA; questionário de dados sociodemográficos e exposição a mutágenos; e avaliação do consumo alimentar.

Todos esses dados vão ser coletados em 3 momentos: antes do início da intervenção com o alimento antioxidante, após 30 dias de consumo do alimento e ao término de 60 dias de consumo do alimento antioxidante. Cada voluntário recebe da pesquisadora porções individualizadas do alimento antioxidante para consumir por 60 dias.

O título do trabalho é: Efeito da intervenção nutricional com alimento antioxidante sobre o dano no DNA em células de indivíduos com risco de doenças cardiovasculares.

Aqueles que quiserem participar devem contactar a professora Silvia por e-mail silviarlima@terra.com.br.

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